Há algumas semanas sentei para assistir a série Disque Amiga para Matar e me surpreendi demais. Ainda que os primeiros episódios sejam um pouco monótono, o desenrolar é bom demais.
E se você gosta dessas séries leves que te faça pensar sem dificuldade, você vai gostar. Por outro lado, se você gosta de histórias que pareçam ser uma coisa mas por trás é outra, vai gostar muito também.
A primeira coisa que pensei pelo nome, é que haviam muitos assassinatos. Me compreende, não é? Mas arrisquei pelo elenco da série em destaque na Netflix se mostrar ser muito bom.
Depois que uma mãe de dois filhos perde o seu marido em um acidente trágico, ela ganha uma amiga após começar a frequentar um grupo que fala sobre superação da perda e do luto.
Jen Harding, que é interpretada pela Christina Applegate, não é muito aberta para as investidas de Judy Hale, (Linda Cardellini), que parece insistente e inconveniente em querer se aproximar demais dela.
Até que o avançar dos episódios você entende o verdadeiro motivo e claro, começa a sentir um ranço implacável por Judy. Só que, por trás de tantas mentiras sobre quem ela realmente é, há detalhes sobre o passado de Judy.
Mesmo tendo dito que o marido havia morrido, a descoberta de que ele estava vivo faz com que Jen se afaste de Judy. Todavia, quando tudo começa a vir á tona, a amizade começa a aparecer novamente.
A primeira temporada é basicamente feita de revelações. E sim, é bem legal. Só que o melhor está ainda por vir e você não vai conseguir ficar esperando pela segunda temporada.
Ainda que exista de fato um assassinato idiota – e nem estou falando do marido da Jen -, as perdas na vida da Jen é mesmo dolorosa e o chororo delas também te fará se emocionar de verdade.
Por outro lado, a solidão da Judy, a bondade e um homem que diz que ela atrai coisas ruins, também te faz se emocionar. No final, digo em toda a série, é impossível não chorar um pouco.
Só digo mais uma coisa, vale muito a pena assistir. Duas pessoas que se amam literalmente por toda a vida vivendo uma em prol da outra, sim, é mais que fofinho e é bem agradável de rir com tudo dando errado pra elas.
As cenas do filme Verity estão correndo soltas! Se você já leu o livro Verity…
Perder algo precioso sem perceber seu valor é um drama atemporal, e Gregório de Matos…
O Céu de Suely (2006) é um filme brasileiro que ainda não o conhecia. Tendo…
Cartas perto do coração é uma das obras mais queridas que tenho em minha estante…
Uma seleção de 5 filmes para quem gosta de fotografar, que exploram o poder da…
Charles Bukowski, um dos escritores mais autênticos e provocativos do século 20, frequentemente explorava os…