A rotina de um leitor consiste em terminar um livro que gosta e começar outro. Não é exagero falar que sempre existe o livro que ainda não foi lido e que antes mesmo de começar ele, você tem outros.
É uma lista que com certeza não para de crescer. Se ele ainda não chegou na sua estante, estará prestes a chegar em algum momento. Mas sair da lista de livros que você precisa ver não é uma coisa de se cogitar a fazer.
Adicionamos mais e mais leituras, testamos gêneros que não somos acostumados, fazemos a escala de livros grandes e pequenos, de leituras mais fluidas intensas…
Uma coisa que é bastante comum entre os leitores, substituir uma leitura que não estava gostando por outra que estava “na vez”. E na verdade a solução poderia ser mais simples.
Isso ocorre quando tentamos assistir um filme por série e não temos a cauda paciência para continuar. E juro que não estou tentando falar do filme do Batman.
Porém, de fato, de verdade em verdade, podemos apenas estar fadadas ao cansaço mental e aquele momento não será propício para nenhum tipo de leitura.
O que não falta são pesquisas para firmar o ponto importante é tirarmos um tempo para fazer nada. Todos os anos, estudos são publicados acerca da importância de tais pausas.
Quando ficamos cansados fisicamente é muito mais fácil de identificar. Mas o cansaço mental é uma coisa que precisa de uma dedicação maior para entender que ele está ocorrendo.
Isso pode te ajudar até mesmo a gostar mais de leituras diferentes. E por outro lado, pode reforçar ainda mais o gosto por uma coisa que você já ama.
Digamos que você estará investindo no seu próprio bem-estar físico e mental. Isso não é nenhum exagero. Em tudo o que fazemos precisamos tirar um tempinho para fazer nada. É uma coisa excelente também para aumentar sua criatividade.
Você não vai deixar de ser um leitor só porque tirou um período de descanso de qualquer coisa que possa fazer seu cérebro trabalhar um pouquinho mais. Em tudo o que fazemos, estamos ingerindo informação e isso já é devastador.
Sê dê esse presente! Tire pausas esporádicas para conseguir ler melhor, os seus neurônios agradecem.
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