Se você me pergunta sobre um filme que possa ser bom, mas tipo um bom acima do muito bom de verdade, um dos primeiros que chegam na minha mente é O Contador.
Com o Ben Affleck interpretando o Christian Wolff, o personagem principal com uma mente que vai querer fazer fritar seus miolos, é impossível não vibrar por ele – mesmo sabendo que tudo no final daria certo.
Se você ainda não assistiu, ele está disponível atualmente na Netflix, foi lançado ainda em 2016 e não faço ideia de como ainda tem gente que gosta pouco dele.
Christian Wolff é aparentemente um cara genial que tem uma rotina bem mediana atuando como um matemático que domina os números precisando pensar muito pouco. Por causa de uma falta de habilidade social, ninguém o questionaria por ser quem é.
Com uma história de superação nada fácil, com perdas e cheios de traumas acarretados pela dificuldade do abandono, suas manias elevam drama do filme muito bem envolvido com ação e claro, uma pitada de suspense.
Trabalhando ainda para organizações criminosas gigantes que são espalhadas por todo o mundo, é por causa da descoberta de um trabalho específico que sua vida entra em jogo.
Contratado por eles, digamos que ele acabou descobrindo demais ao lado da Dana, papel interpretado pela atriz Anna Kendrick que te constrange da forma certa.
Sendo um contador muito bom, Christian não recebeu o tratamento que precisava quando era criança. A falta de aceitação do pai e lhe deixa longe de tudo o que precisava receber.
Christian chegou a ser ensinado para ser um homem que domina as habilidades em artes marciais e que não erra um tiro se quer. As imagens que voltam para justificar tais ações mostram muito sobre sua infância com o pai e o irmão.
Só que é exatamente por causa de sua condição especial que ele conhece a pessoa por trás de todas as armações de trabalhos. Desculpe o spoiller, mas o final é mesmo sensacional. E eu amo seu Pollock.
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