RESENHA: Maid - A série sensacional e inesperada da Netflix
Para ser bem sincera, fazia um bom tempo que não conseguis ter confiança para arriscar em séries novas. Até encontrar Maid pelo catálogo em lançamento.
A série de fato é bem surpreende. Tratando de um assunto bastante rotineiro, são os picos de tensões que a tornam tão boas.
Seu roteiro demonstra uma vivência tão palpável, que você se inclui na pele da personagem. Porém, quando as aflições chegam, digamos que as coisas se tornam ainda mais intensas de se sentir.
Stephanie Land é a grande mulher por trás do livro que inspirou a minissérie produzida pela Netflix. Aqui no Brasil, ele é intitulado por:
Ele é a autobiografia da Stephanie. Depois de engravidar com 14 anos estando em um relacionamento de apenas poucos meses, a série mostra a realidade corajosa que essa mulher enfrentou.
Sendo incitada a escolher o aborto, sua escolha gerou ter o maior amor de sua vida. Para que pudesse sair da miséria, não só correu de um relacionamento abuso, como mudou sua vida.
O que mais me encantou na série foi exatamente o retrato de uma factual história “comum” no mundo inteiro. De uma coisa tenho certeza:
Apaixonada pela escrita, a personagem Alex começou a fazer faxina para conseguir trocados e se sustentar. Mas não pense que era tão simples assim.
Para que pudesse encontrar abrigo, tinha que comprovar que estava em um relacionamento abusivo. Mas como? Se nem mesmo ela sabia que aquilo era real?
Para completar suas dores, tudo parece corroborar ainda mais para uma desgraça gigante ocorrer. Agora, sendo mãe solo, é preciso também mostrar para todos que é capaz de cuidar da sua filha sozinha.
Muito trabalho, sem um lar seguro para filha, injustiças, salários minúsculos e o sustento de uma armadura de “mãe capaz e completamente indestrutível”.
Ainda que tenha vários traços de ficção no meio dessa história, é impossível não se emocionar. Maid mostra que a realidade não é fácil, mas que também não é impossível.
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